Aos meus amigos...



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O Propósito de criar este Blog foi uma maneira de ter um local em que tento, despretensiosamente, compartilhar assuntos, idéias, dicas interessantes, com as quais tenho contato com meu cotidiano. Este Blog será composto por informações sobre bem-estar, alimentação, arte, humor, utilidade pública e entre outros.

Informo-lhes que gostaria de ter bem mais tempo para manter-lhes informados, e desde já agradeço aos amigos, aos leitores que fazem deste Blog mais uma fonte de informação.

Luciana Sifer.


23 de junho de 2011

Festas homenageando os Santos: São João e São Pedro.



No nordeste brasileiro principalmente, estes santos são reverenciados e pode-se dizer que a importância destas festas, para as populações nortista e nordestina, ultrapassa a do Natal, principal festa cristã, e que elas são, historicamente, o evento festivo mais importante destas regiões, tanto cultural como politicamente.


Assim surgiu a Festa de São João

Dizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se.
Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que, dentro de algum tempo, iria nascer seu filho, que se chamaria João Batista.
Nossa Senhora, então, perguntou-lhe:
- Como poderei saber do nascimento do garoto?
- Acenderei uma fogueira bem grande; assim você de longe poderá vê-la e saberá que Joãozinho nasceu. Mandarei, também, erguer um mastro, com uma boneca sobre ele.
Santa Isabel cumpriu a promessa.
Um dia, Nossa Senhora viu, ao longe, uma fumacinha e depois umas chamas bem vermelhas. Dirigiu-se para a casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia vinte e quatro de junho.
Começou, assim, a ser festejado São João com mastro, e fogueira e outras coisas bonitas como: foguetes, balões, danças, etc…
E, por falar nisso, também gostaria de contar porque existem essas bombas para alegrar os festejos de São João.
Pois bem, antes de São João nascer, seu pai, São Zacarias, andava muito triste, porque não tinha um filhinho para brincar.
Certa vez, apareceu-lhe um anjo de asas coloridas, todo iluminado por uma luz misteriosa e anunciou que Zacarias ia ser pai.
A sua alegria foi tão grande que Zacarias perdeu a voz, emudeceu até o filho nascer.
No dia do nascimento, mostraram-lhe o menino e perguntaram como desejava que se chamasse.
Zacarias fez grande esforço e, por fim, conseguiu dizer:
- João!
Desse instante em diante, Zacarias voltou a falar.
Todos ficaram alegres e foi um barulhão enorme. Eram vivas para todos os lados.
Lá estava o velho Zacarias, olhando, orgulhoso, o filhinho lindo que tinha…
Foi então que inventaram as bombinhas de fazer barulho, tão apreciadas pelas crianças, durante os festejos juninos.
 

São Pedro, o Fundador da Igreja Católica
 
São Pedro, o Apóstolo e o pescador do lago de Genezareth, cativa seus devotos pela história pessoal. Homem de origem humilde, ele foi Apóstolo de Cristo e depois encarregado de fundar a Igreja Católica, tendo sido seu primeiro Papa.
Considerado o protetor das viúvas e dos pescadores, São Pedro é festejado no dia 29 de junho, com a realização de grandes procissões marítimas em várias cidades do Brasil. Em terra, os fogos e o pau-de-sebo são as principais atrações de sua festa.
Depois de sua morte, São Pedro, segundo a tradição católica, foi nomeado chaveiro do céu. Assim, para entrar no paraíso, é necessário que o santo abra suas portas. Também lhe é atribuída a responsabilidade de fazer chover. Quando começa a trovejar, e as crianças choram com medo, é costume acalmá-las, dizendo: “É a barriga de São Pedro que está roncando” ou “ele está mudando os móveis de lugar”.
No dia de São Pedro, todos os que receberam seu nome devem acender fogueiras na porta de suas casas. Além disso, se alguém amarrar uma fita no braço de alguém chamado Pedro, ele tem a obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida àquele que o amarrou, em homenagem ao santo. 

A festa de São Pedro 

Em homenagem ao santo, acendem-se fogueiras, erguem-se mastros com sua bandeira e queimam-se fogos; porém, a noite de 29 de junho não é tão empolgante quanto a animação verificada na festa de São João.
Também se fazem procissões terrestres, organizadas pelas viúvas, e fluviais, pois, como vimos, São Pedro é o protetor dos pescadores e das viúvas. Em várias regiões do Brasil, a brincadeira mais comum na festa é a do pau-de-sebo.
Embora São Paulo também seja homenageado em 29 de junho, ele não é figura de destaque nas festividades desse mês.

18 de junho de 2011

Internet a R$ 35 causará 'congestionamento', diz Paulo Bernardo.





                                          Ministro das Comunicações disse que o governo precisará 
                                                   fazer investimentos além dos previstos pelas empresas privadas
                                                                                                                            Foto: Agência Brasil


          O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou nesta sexta-feira que o Plano Nacional de Banda Larga, que será lançado no segundo semestre deste ano e pretende ofertar amplamente o serviço ao preço de R$ 35, vai causar "congestionamento" nas redes de internet brasileiras. Paulo Bernardo, que participou da abertura do 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, em Brasília, disse que o governo precisará fazer investimentos além dos previstos pelas empresas privadas.  "Percebemos que quando começar a vender a internet mais barata, teremos um problema sério de infraestrutura. Vamos ter que ter investimentos, associações para construir redes de fibra ótica. Disseram que precisávamos de US$ 144 bilhões para fazer investimentos, eu não acredito nisso. A Austrália está fazendo um plano de US$ 33 bilhões", disse.

          Paulo Bernardo afastou a possibilidade de deixar a responsabilidade de prover internet banda larga em ampla escala em regime público, ou seja, a cargo do governo. "Não temos como opção colocar a internet em regime público. É muito menos conflitivo, e complicado outorgar isso às empresas e não temos todo esse orçamento para dizer: vamos fazer tudo. Para administrar a briga, vai o governo Dilma inteiro. Vamos fechar um acordo onde todas as empresas vão oferecer internet a um megabyte por R$ 35, capaz que cause congestionamento, mas vamos fazer", afirmou.

          O ministro das Comunicações defendeu a aprovação do novo marco regulatório das comunicações e disse que a proposta nada tem a ver com censura da imprensa. "Nossa Constituição prevê que uma parte dos meios de comunicação tenha um marco regulatório. Não pode ter concentração, monopólio, tem que observar que não pode ter racismo, preconceito, discriminação, xenofobia e tem previsão que se obedeça a um conteúdo nacional e local mínimo. Parte da mídia faz críticas extremamente hostis e ácidas, criticados também reagem e é dificil administrar isso. Acho que a mídia não gosta de ouvir crítica, mas a mídia que conquistou o direito de criticar, tem que aceitar", disse.


13 de junho de 2011

13 de Junho - SANTO ANTÔNIO.

"Ó meu Senhor Jesus, 
eu estou pronto a seguir-te mesmo no cárcere, 
mesmo até a morte, a imolar a minha vida por teu amor, 
porque sacrificaste a tua vida por nós."



Santo Antônio morreu numa sexta-feira, dia 13 de junho de 1231, em Arcella, hoje bairro da cidade de Pádua. Só foi levado ao centro da cidade e sepultado cinco dias depois, ao pôr do sol de uma terça-feira. O traslado foi um verdadeiro triunfo, porque ao amor que o Santo tinha por Pádua, os paduanos responderam com mais amor.

A primeira biografia do Santo, escrita menos de um ano depois da morte e por um Confrade que esteve presente no funeral, assim escreve: "O Bispo da cidade com todo o Clero, o Podestà com grande número de cidadãos foram a Arcella e, organizadas as procissões, ao som de hinos, aplausos e cânticos religiosos, com o admirável júbilo de toda a gente, transportaram o corpo do bem-aventurado Antônio para a Igreja de Santa Maria, Mãe de Deus. ... Formou-se um cortejo enorme de povo que, por causa da multidão, não podia atravessar a cidade todos juntos. Todos que podiam carregavam velas acesas. Era tanta a profusão de luzes que, [anoitecendo], a cidade inteira parecia arder abrasada em fogo".

O corpo foi sepultado, mas o povo varou a noite e o dia seguinte e os dias seguintes. Povo anônimo, chegado de todas as partes até onde se espalhara a notícia da morte do Santo. Conta a mesma biografia que o povo chegava com braçadas de flores, sobretudo de lírios, lírios naturais e lírios trabalhados por artistas em ouro, prata e outros metais preciosos. E já então, a terça-feira - dia do sepultamento - ficou sendo o dia de Santo Antônio.

Dou um salto na história. Vamos juntos a Roma. 13 de junho de 1670. O nosso Padre Antônio Vieira estava em Roma e pregou o sermão da festa na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses. Um sermão extraordinário, longo, em que propõe aos cristãos do mundo inteiro pedir ao Papa dar a Santo Antônio o título de Magno ou de Máximo; e argumenta com os milagres do Santo, bem maiores - no dizer de Vieira - que os milagres feitos por Jesus Cristo. E Vieira provou que não estava dizendo tolice.

Mas o que eu queria acentuar é o trecho em que ele conta ser então tradição em Roma, todas as terças-feiras, desde a madrugada até o meio-dia, o povo numeroso subir de joelhos os 365 degraus que levam do pé do Capitólio à Igreja de Araceli, dos Franciscanos, para venerar Santo Antônio. E diz Vieira que não se sabia se concorriam mais homens ou mais mulheres. E diz ainda Vieira que a procissão era tamanha que alguns párocos foram ao Papa dizer que era um escândalo tanta devoção a um santo só. Ao incomensurável amor de Santo Antônio pelo povo, pelo povo bom, simples e piedoso, o povo respondia com aquele incontrolado amor das procissões sem fim. Amor com amor se paga!

Faço agora um salto geográfico. Vamos juntos a Salvador da Bahia. 13 de junho de 1638. A Missa celebrava-se em agradecimento a Santo Antônio, a quem o povo atribuía a libertação da cidade da invasão holandesa. Mas os holandeses calvinistas ainda continuavam no Nordeste e Vieira recordava a Santo Antônio, as igrejas, ermidas e simbolos religiosos, que os calvinistas costumavam destruir. E pede ao Santo ajuda para libertar aquela região do Brasil. Leio parte do apelo, porque mostra o quanto e até onde o nosso Santo Antônio era venerado.

"Lembrai-vos, glorioso Santo, dos muitos templos e altares em que éreis venerado e servido naquelas cidades, naquelas vilas, e em qualquer povoação, por pequena que fosse, e que nos campos e montes, onde não havia casa só vós a tínheis. Lembrai- vos dos empenhos e grandiosas festas com que era celebrado o vosso dia, e, sobretudo da devoção e confiança com que a vós recorriam em suas perdas particulares, e do prontíssimo favor e remédio com que acudíeis a todos".

De novo a extraordinária expressão do amor e da confiança do povo para com Santo Antônio, o Santo que amou até o extremo o povo e não apenas o povo de seu tempo, mas os povos de todos os tempos, raças e línguas.

Faço outro salto. Vamos juntos à Albânia, país pouco conhecido no Brasil, país geograficamente pequeno com apenas três milhões de habitantes. O país que mais sofreu sob o jugo comunista. Dois terços da população são muçulmanos. Do outro terço, metade é de católicos e metade é da igreja ortodoxa. Ora, na cidade de Laç, no alto de uma colina, havia um santuário de Santo Antônio, muito visitado às terças-feiras. Os comunistas arrasaram o Santuário, carregaram todas as pedras e transformaram a colina num pasto de vacas.

Estive lá em missão oficial da Ordem Franciscana logo depois da queda do regime comunista e vi com meus olhos a desolação e ouvi com meus ouvidos a narração de como os Frades foram esquartejados e pendurados nas árvores da praça. Quando nós Frades perguntamos ao povo o que podíamos fazer de concreto e de imediato, foi unânime a resposta: "Reconstruam o Santuário de Santo Antônio"! O Santuário foi reconstruído e na sua inauguração não se distinguiam católicos, muçulmanos e ortodoxos. Todos festejavam o retorno do Santo e do lugar sagrado para eles. Voltaram, e católicos e muçulmanos e ortodoxos, a subir a colina do Santo todas as terças-feiras, para agradecer, pedir e sentir-se protegidos pelo glorioso Santo do povo. De novo amor sobre amor. Amor por causa do amor. Amor acima da divisão religiosa, porque Santo Antônio é, na expressão do Papa Leão XIII, o Santo do mundo inteiro.

E cá estamos também nós, derramando aos pés de Santo Antônio todo o nosso carinho, todas as nossas dificuldades, toda a nossa confiança, todas as nossas angústias e toda a nossa gratidão. Como no seu funeral, naquela terça-feira de 1231, lhe entregamos braçadas de flores e ornamentamos seu andor com lírios brancos, a flor que simboliza a divindade do Menino que ele carrega nos braços, a flor que lembra a castidade do seu coração e a pureza com que pregava a Palavra de Deus.

Hoje é o dia dos namorados. Por que o Brasil celebra o dia dos namorados na véspera de Santo Antônio, enquanto a Europa inteira o celebra na festa de um obscuro São Valentim, no dia 14 de fevereiro, um santo de que apenas se sabe que morreu mártir em torno do ano 270? 

Sabemos por que os namorados brasileiros escolheram Santo Antônio como seu padroeiro. Ele o foi já em vida, porque saiu em defesa do direito de todas as moças se casarem e conseguiu da Autoridade civil a revogação do decreto que permitia o matrimônio e a maternidade só às moças que podiam pagar o dote, ou seja, uma soma em dinheiro ou em bens ao possível sogro. Em outras palavras, Antônio saiu em defesa da igualdade de direitos de todas as moças, indistintamente se ricas, se pobres. Porque o amor é direito de todos. Ao Santo que defendeu o direito de amar, os namorados vêm consagrar o seu amor, vêm pedir as bênçãos para seu futuro.

Os contemporâneos de Santo Antônio são unânimes em afirmar que ele amava a todos e não discriminava ninguém. Mas sempre lembrava aos ricos a obrigação de repartir suas posses com os pobres. É uma questão de justiça - ensinava ele - mas é também uma questão de amor fraterno. Aos apegados às riquezas dizia que "só lhes pertencia o que pudessem levar consigo na hora da morte (Sermão para o XI Domingo depois de Pentecostes).

Glorioso Santo Antônio, afastai de nós tudo o que impede o amor. Fazei de nós um povo que saiba amar e transformar o amor em solidariedade, perdão e unidade. Um povo que saiba revestir seus gestos de amor com as roupas luminosas da ternura, da esperança e da alegria. E assim seremos um povo de paz, um povo cristão. Amém.

Diz, por exemplo, a Legenda "Benignitas": 'Jamais se deixava aliciar por influências de poderosos ou subornar por lisonjas interesseiras nem tampouco sensibilizar por aplausos do público. Pelo contrário, quer se dirigisse a auditórios distintos ou vulgares, invariavelmente expunha a doutrina com a mesma isenção, atingindo a todos com os dardos da verdade. ... O servo do Senhor, com a chama da palavra fascinante, ardente, incandescente, aquecia e queimava os corações dos ouvintes, estivessem eles apenas mornos e entorpecidos, ou já enregelados e tenebrosos" (II, p. 20).

Do Livro Santo Antônio Simpatia de Deus e do Povo, de Frei Clarêncio Neotti, ofm, Editora Marques Saraiva.


5 de junho de 2011

5 de Junho: A AIDS está completando 30 anos no mundo.

 
 
No dia 5 de junho de 1981, o Centro de Controle de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, descobriu em cinco jovens homossexuais, estranha pneumonia que até então só afetava pessoas com o sistema imunológico muito debilitado. Em 1983,os cientistas conseguiram  isolar o retrovírus responsável pela doença, o HIV, um vírus completamente diferente de todos os conhecidos até aquele  momento . A doença transformou o mundo.

Por um lado, a doença no início  foi cruel com relação ao preconceito e discriminação,enquadrando as pessoas que tinham a doença,em determinados grupos chamados de “grupos de risco”.As pessoas que resolveram  encarar a doença, como os ativistas e profissionais de saúde também sofreram com preconceito e enfrentaram atitudes de discriminação.

 Por outro lado, a doença trouxe coisas boas: provocou grandes debates sobre o comportamento sexual das pessoas; mostrou, por exemplo, como era frágil o controle do sangue nos países,inclusive no Brasil;despertou na sociedade,a necessidade de sermos mais solidários,surgindo as organizações da sociedade civil cobrando dos gestores e da própria sociedade,o respeito às pessoas que viviam com HIV/Aids e melhores serviços de saúde,com disponibilização de medicamentos gratuitos e insumos de prevenção.

A  comunidade científica se dedicou ao estudo do ciclo da doença, desenvolvendo testes capazes de indicar a infecção pelo vírus antes dos primeiros sintomas clínicos, bem como formas de tratamento e prevenção.

Os diversos estudos  permitiram  avaliar a evolução da doença no organismo,  possibilitando o tratamento com os medicamentos antirretrovirais e a prevenção das infecções oportunistas , melhorando a qualidade de vida das pessoas que viviam com HIV. O acesso universal e gratuito aos medicamentos antirretrovirais foi uma grande vitória do Brasil.

Trinta anos depois,a epidemia de Aids ainda apresenta  vários desafios.O preconceito ainda existe e os políticos no Congresso Nacional ainda não aprovaram a Lei que  criminaliza a discriminação às pessoas soropositivas.Gestores estaduais e municipais nem sempre dão prioridade às questões relacionadas à Aids.Houve uma diminuição do ativismo que era  tão bonito no início da epidemia e a sociedade tem participado muito pouco das ações de solidariedade.Entrevistas comportamentais mostram que uma boa parte da população está “relaxando” na prevenção.Pessoas que vivem com HIV/Aids em situação de pobreza, em várias regiões do país,às vezes param o tratamento porque não possuem o dinheiro para se deslocar aos serviços de saúde ou porque não possuem alimentação. Na área de saúde, à nível Nacional, ainda observamos o diagnóstico tardio,comprometendo  a qualidade de vida das pessoas,bem como a dificuldade de leitos hospitalares e de acesso a alguns especialistas e a alguns procedimentos cirúrgicos.

Gestores, Profissionais de Saúde e da Educação, Empresários, Religiosos, Sociedade Civil, Políticos e Cidadãos comuns  devem aproveitar este momento, em que a epidemia de Aids está completando 30 anos, e refletirem sobre o que cada um fez e fará  para melhorar a qualidade de vida das pessoas soropositivas e contribuir para a redução da vulnerabilidade das pessoas ao HIV.

A LUTA PRECISA CONTINUAR !

Almir Santana, Médico Sanitarista, Gerente do Programa de DST/Aids de Sergipe